Origem
do feminazismo
hhttp://www.sossandra.org/2008/01/18/my-views-on-domestic-violence
Hoje
sabemos que o feminazismo é uma epidemia que se alastra causando
desgraça por onde passa, mas como começou tal doença? A feminista
"traidora" Erin Pizzey explica como tudo começou.
Tudo
começou em Nova York, quando muitos mulheres ativistas voltaram
de Mississipi onde tentaram ajudar os negros a conseguirem o
direito de votar. Os homens dos movimentos revolucionários esperam
que as mulheres papéis diferentes.
Eu me juntei ao movimento em 1971 quando Jill Tweedie e outras
jornalistas de esquerda escreveram que as necessidades da mulher
eram muito importantes, as britânicas que estavam acostumadas
a ler sobre culinária e costura ficaram satisfeitas. A revista
SHE, que tinha como dona a lésbica Nancy Spain foi a mais importante
nas novas leituras.
The
Guardian mostrava como ter contato com o novo movimento de liberação
da mulher, eu fui a uma das reuniões em uma casa enorme onde
tinhas uma mulher baixa de língua ácida. Eu esperava que fosse
um movimento onde eu encontraria um modo de diminuir minha isolação
dos meus filhos, eu estava enganada. "Seu problema não
é sua isolação", me disseram. "Seu problema é o seu
marido, ele te oprime". Eu olhei para as outras mulheres
brancas de classe média e tentei não ficar vermelha. Mandaram
charma-nos umas as outras de camaradas, havia posters de mulheres
segurando armas e um quadro muito grande de Mao Tse-Tung, eu
me espantei pois nasci durante uma terrível guerra em 1939.
Nasci
na China em 1939, meus pais e meu irmão foram capturados pelos
comunistas e presos em casa por vários anos, eu e minha irmã
gêmeo achávamos que estivessem mortos. Meu pai tinha ódio e
nojo de qualquer regime totalitário e isso deixou marcas em
mim, me ofendi quando vi a manipulação do grupo de libertação
da mulher.
Ainda
assim eu acreditava que as mulheres precisavam se organizar,
percebi como elas não gostavam de me ver usando salto alto e
maquiagem. O que eu vi eram grupos de mulheres de esquerda que
se reuniam para odiar os homens, percebi que aquelas mulheres
eram violentar, seu ódio contra seus pais viram em ódio contra
todos os homens, sendo que muitas delas viviam com o dinheiro
do pai rico. O que fez o movimento violento foi o fato que ele
foi fundado na Inglaterra por mulheres americanas que estavam
fugindo do FBI, a Inglaterra parece ser o berço de muitos terroristas.
Kenneth
Tynan disse que elas deviam tomar conta da BBC e lançar a revolução,
em 1970, grupos de mulheres terroristas se juntaram em Londres
para a primeira Marcha da Libertação das Mulheres, mas elas
já estavam sendo vistas.
Eu disse para elas que odiar todos os homens é errado e não
era isso que eu queria. Eu disse que tirando um pequeno grupo
de homens que governavam, o resto eram escravos. Falei para
elas sobre os regimes assassinos de Mao e Stalin, mas elas eram
seguidoras deles. Segundo elas se 30 milhões de pessoas precisarem
morrer na revolução, que assim seja. Elas começaram a me odiar
e me expulsaram do movimento.
Eu
abri um centro para mulheres e crianças para resgatar o sentimento
de família que estava morrendo no ocidente, vários tipos de
mulheres vieram, um dia uma delas chegou muito assustada e disse
que o seu marido batia nela, eu levei ela para casa.
A essa altura eu já percebi a violência de certas mulheres que
vieram ao abrigo, acabei atraindo duas coisas que o movimento
das mulheres queria: uma justa causa para esconder seu plano
político e dinheiro para a botar o plano em ação. Em 1972, o
movimento das mulheres estavam sem dinheiro, as mulheres normais
não queriam se juntar a um movimento que visava destruir a família
e os homens. Mas algumas mulheres isoladas proibiram seus filhos
de terem brinquedos de homem e transformem seus maridos em novos
homens, capachos e efeminados.
Enquanto
as queimas de sutiãs eram alvo de piada o movimento fugiu para
a escuridão, exceto em certos jornais em círculos acadêmicos.
Aqui a misandria realmente começou entre as professoras, criaram
uma nova ideologia chamada Estudos das Mulheres, que serviria
para doutrinar novas alunas que chegavam à universidade.
Encontrei
escolas em que as professoras não eram professoras, mas sim
ativistas políticos. Fui odiada na faculdade quando eu disse
que 62 das primeiras 100 mulheres que vieram ao meu abrigo eram
tão violentas quanto os homens que elas deixaram. Em reuniões
públicas falei sobre homens que apanhavam, mas mulheres jornalistas
cobriram o caso. Tentei publicar minhas idéias nos jornais,
mas não consegui pois as editoras não deixavam, especialmente
as dominadas por lésbicas radicais, ainda há censura pesada
contra quem tentar quebrar o código de silêncio. Ninguém quer
saber o que as feministas fizeram com a família e os homens
nos últimos 30 anos.
Nos
últimos 30 anos tem acontecido muita corrupção na Inglaterra,
vi pais e crianças terem seus direitos roubados e perseguidos.
Vi como o governo mostrou vem propagando que as crianças deviam
telefonar para um certo número quando seu pai grita com a sua
mãe. Vi como as feministas fizeram uma verdadeira lavagem cerebral
nas mulheres ocidentais fazendo elas acreditarem que seus maridos
eram o inimigo e ele devia ser expulso da família. Vi como as
mães solteiras foram glorificadas pelas feministas, vi quatro
jornalistas escreverem sobre como elas procuram o homem certo
para ser pai dos seus filhos e as crianças nunca saberiam que
é seu pai.
Feministas descriminavam os meninos
na sala de aula enquanto as mulheres procuravam desesperadamente
por um trabalho. Isso mudou as mentalidade masculina, agora
eles queriam fazer sexo e fugir da responsabilidade. Não é por
nada que Londres virou a capital mundial do aborto e gravidez
na adolescência.
Os
homens se revoltaram contra o casamento, temendo ter que enfrentar
uma mulher pelo resto da vida.
Nessa altura o movimento feminista já seqüestrou toda aquela
história de violência doméstica para realizar sua ambição política
e encherem seus bolsos. Feministas dominaram praticamente todas
as áreas da lei, hoje a ideologia feminista não quer igualdade
entre os sexos, quer redistribuir o poder da classe dominante
(homens) para a classe dominada (mulheres), agora os direitos
individuais são considerados truques para proteger os homens
no patriarcado.
Assisti
o feminismo constrir seu ódio contra os homens, fortalezas onde
as mulheres são ensinadas que todos os homens são estupradores
e opressores, as crianças aprenderam que não se deve confiar
em um homem.
Fiz uma visita à Nova Zelândia em
1978, na época ela ainda não tinha caido nos braços do movimento
totalitário das mulheres, não visitei a Austrália porque o movimento
militante das lésbicas era muito forte. Agora as mulheres estavam
subindo no governo.
O feminismo pode censurar qualquer informação que quiser, em
1984 fui em San Antonio no Texas onde mostrei evidências que
muitas mulheres não eram vítimas inocentes, eram violentas e
precisavam de tratamento, fui ovacionada. Feministas censuram
tudo o que eu disse e nada saiu para a mídia.
Por
anos trabalhei com mulheres violentas e seus filhos, percebi
como os homens tinham medo delas. Ainda hoje as pessoas riem
quando um homem apanha, uma coisa sem graça. Hoje os homens
estão mais independentes das mulheres.
Quando eu estava em
Santa Fé, um veio me ver porque ele perdeu seus filhos e tudo
mais porque sua filha o acusou de ter molestado ela. Mais tarde
descobri que a mãe da menina era violenta, manipuladora, narcisista
e exibicionista, ela mandou sua filha denunciar falsamente o
pai, na verdade quem molestou menina foi outro homem.
O
problema é que os homens não querem aceitar que as mulheres
que eles amavam podem ser muito violentas.
Estive no Canadá
em 1999 e vi como os homens estavam com medo, eles podem ser
acusados de assédio sexual por qualquer coisa, um professor
foi acusado de abuso sexual duas alunas, ele afirma que o Canadá
é como um estado totalitário, e ele tem razão. Os canadenses
já sentem a mão pesada do estado tirando seus direitos, lares
e filhos. Certos homens saem para trabalhar enquanto suas esposas
fogem os abrigos para mulheres vítimas de violência doméstica,
depois o marido nunca mais encontram suas parceiras e filhos,
mulheres delinqüentes usam isso contra homens inocentes. Se
uma mulher acusar o marido de ser violento é divórcio na certa,
se ela acusar o marido de molestar seu filhos ele é tirado de
casa e da família imediatamente. Recentemente falei com um grupo
de homens em West Country, dois deles eram policiais que afirmam
que tiveram que expulsar um pai da família mesmo sem evidências.
Devia haver uma lei que permita vítimas inocentes de prestar
queixa contra pessoas que abusam da lei pois basta a mulher
ligar para a polícia que o marido é tirado de casa.
Percebi
que os homens não se ajudam muito, os grupos de homens estão
sem dinheiro enquanto os grupos de mulheres enriquecem. Nos
últimos 30 anos os homens tem sido discriminados pela mídia
e na escola, são sempre acusados e estupradores e violentos.
Tentei escrever um livro sobre mulheres violentas, mas fui censurada
pelas feministas que mataram meu cachorro e ameaçaram minha
família de morte. Hoje essas mulheres cheias de ódio já se infiltrarem
na maioria das grandes instituições, inclusive a ONU, elas querem
acabar com a família e o casamento.
Querem redefinir a família como a mulher e os filhos somente,
o papel dos pais é serem usados como bancos de esperma e carteiras.
Feminista velhas escrevem livros mostrando seu arrependimento
pelos seus atos.
Nos
últimos 30 anos os homens foram demonizados, finalmente começaram
a surgir grupos pelos direitos dos homens e pais.
Revela
a origem do feminazismo como ideologia de esquerda. Mas é preciso
atentar para certas coisas. As feministas se dividem em feministas
loucas (lésbicas, radicais anti-homem, marchadeiras de passeatas,
queimadoras de sutiãs) e feministas moderadas (basicamente mulheres
que preferem terem carreiras a cuidar de famílias). Pode parecer
que o segundo tipo é mais aceitável, mas é ilusão. Na verdade
as loucas são instrumentos estratégicos das moderadas, as mais
demoníacas, pois são as culpadas por tudo. As mulheres carreiristas
usam as descabeladas esquerdistas para acuar os homens, destruindo
qualquer empecilho à sua ocupação do mercado de trabalho, que
é retirado dos homens. Elas ficam confortavelmente em escritórios
refrigerados e deixam as loucas berrar na rua, pois sabem que
serão elas que serão beneficiadas por tudo.
Igualmente
mostra-se a imbecilidade da esquerda que lutou e luta pelo direito
das mulheres, mas quando esses direitos são conseguidos, as
mulheres jogam-se no colo do capitalismo. Afinal, trair é uma
especialidade das mulheres.